Justiça mantém Deolane presa por ligação com o PCC
A Justiça de São Paulo decidiu manter a prisão preventiva da advogada, influenciadora e empresária Deolane Bezerra e de outros cinco réus da Operação Vérnix, que investiga um suposto esquema de lavagem de dinheiro ligado ao PCC (Primeiro Comando da Capital).
A decisão é do último dia 21 de agosto, quando Deolane completou três meses presa, e foi incluída no processo nesta quinta-feira (27). O juiz do caso reavaliou necessidade de preventiva após 90 dias de detenção da influenciadora.
“A manutenção da prisão preventiva impõe-se como providência indeclinável e proporcional à gravidade concreta das condutas imputadas aos acusados”, destaca o magistrado.
O documento ainda aponta que a decisão ocorre para "garantia da ordem pública, da ordem econômica, por conveniência da instrução criminal e para assegurar a aplicação da lei penal".
A denúncia do MP e a divisão em núcleos do PCC
De acordo com a denúncia do Ministério Público de São Paulo, o esquema de lavagem de dinheiro do PCC seria dividido em três núcleos. O primeiro foi chamado de "decisório", em que Marco Willians Herbas Camacho (Marcola) e Alejandro Juvenal Herbas Camacho Junior seriam responsáveis. O segundo seria o operacional. Já o terceiro, o financeiro


















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